13.7.13

Do fim-de-semana passado na Corunha

Eu cruzei-me com o dito-cujo, às 9h50 da manhã de sábado da semana passada, no aeroporto de Madrid. A maneira de chegar à Corunha era fazer escala em Madrid. E assim o fiz. Saí de casa às 5h15 para poder embarcar às 7h10 em Zurique. Mal eu imaginava o que me esperava, em Espanha. É que eu não volto a falar mal dos aeroportos que têm as ‘partidas’ e as ‘chegadas’ no mesmo sítio, não volto.
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Estava eu na minha vidinha normal, saí no Terminal 2 e tinha a outra viagem a sair do Terminal 4, quando descubro à minha frente, o Pablo e a sua equipa. Fiquei sem reacção! Mas adulta como sou, deixei-os sossegados. Não fui incomodar ninguém. Ora essa, não sou histérica, nem chata. E eles logo, logo tiveram de embarcar. E eu continuei o meu caminho e segui para Corunha, ao encontro das minhas amigas L. & L.
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Fomos ao Hotel, mudei de roupa (estava um calor desgraçado e eu tinha saído de casa com 13°C) e metemo-nos à descoberta desta cidade da Galiza. Almoçamos na Praça de María Pitá, onde fica o edifício do concelho que alberga a maior colecção de relógios da Europa, passámos pela Zona Velha, fomos à praia, estivemos ao lado do estádio do Deportivo La Coruña, e ainda nos deslumbramos com o porto. E não é que quando chegamos ao Hotel estavam umas pessoas aka miúdas e graúdas à porta e uma carrinha com vidros fumados estacionada em frente à entrada?! Aí pensamos, será que eles estão cá hospedados? E estavam, estavam! Pela segunda vez ía-me dar uma coisinha má.
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É claro, não desperdiçamos a oportunidade de tirar uma foto com a estrela-mais-simples-mais-humilde-que-conheço. Nós tínhamos quarto no quinto andar, e ele no oitavo. Começo a achar que não é sorte, é destino! Foi giro, foram momentos engraçados. A equipa já nos conhece, já nos trata como ‘las portuguesas’. Depois de Mérida (encontramo-los na rua), Valência (ficamos na terceira fila do concerto), agora isto em Corunha... O dos teclados mal nos viu, ofereceu-nos um grande sorriso, deu-nos as boas tardes, perguntou-nos como estávamos e veio para ao pé de nós para a conversa. Até a Big Boss deles nos cumprimentou sem ter estado connosco antes. Oh, oh!
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Dentro do Coliseum, na bancada. Gosto de concertos com lugares marcados. Estava um calor... Ainda bem que levei o leque. O leque que recebi como prémio por ter tirado uma das seis melhores fotografias do Pablo Alborán em digressão por Portugal, o ano passado. Desta vez, foi um passatempo da EMI (novo: Parlophone) portuguesa.
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E como é que uma pessoa não se há-de derreter, quando no início da 'Tanto' ele nos acena e sorri (fez-nos a mesma coisa em Valência durante a 'La Vie En Rose')? Ele tinha-nos dito que ia estar atento à nossa presença na bancada. E pufff, dito e feito. Olhou várias vezes para nós. Quando eu acho que já vi e passei por (quase) tudo... ele vem e surpreende-me mais uma outra vez.
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O Pablo transborda sentimentos, entra em erupção, escorre pelo corpo... O malagueño sente paixão naquilo que faz e isso nota-se à distância, e cada vez mais nítido. Como lhe escrevi, após ter terminado o concerto: Qué decir? @pabloalboran me deja siempre sin palabras. Tanta alegria, tanta magia, tanta pasión! G-E-N-I-A-L... A Coruña! Não o encontramos após o concerto, mas com a restante equipa ainda estivemos no paleio. Houve um que nos deu umas cinco vezes as 'buenas noches y hasta mañana'. Ia-se embora, mas depois voltava outra vez. Às três da manhã fui à cama, e às 5h15 saí do Hotel. No fim, ainda cheguei a tempo de ir almoçar fora com os meus pais e o meu irmão. As minhas amigas, essas ainda viram o malagueño no pequeno-almoço.

4 comentários:

Katya Pereira disse...

mas que sortuda que tu me saíste lol
bjs*

http://se-tu-saltas-eu-salto.blogspot.pt/

Ana ✈ disse...

Top! Ainda dizem que não há coincidências :)

S* disse...

Mas que lugar lindo... e por uma foto com esse rapaz, vale mesmo a pena.

Gabriela... disse...

Que sorte!!
Bem tu sais-te-me um fã daquelas mesmo fã!
Jinho